13.11.12

Recensão crítica a “What makes things fun to learn? A study of intrinsically motivating computer games”, de Thomas Malone

Imagem: Hark! A Vagrant    

Thomas Malone propõe, nesta sua obra, uma heurística para a criação de videojogos, com bases na área da educação (p.2), mas aplicável a todas os ambientes que procuram entreter e cativar o utilizador. Malone é o primeiro que tenta sintetizar a produção cientifica relevante para a disciplina com o objectivo a estabelecer princípios gerais para o design de ambientes de instrução (p.9).

O autor faz um levantamento de trabalho de psicólogos na área da motivação e desenvolvimento, e ao longo do estudo, desconstrói vários jogos no sentido de responder à pergunta: "O que faz com que os jogos sejam tão cativantes?". Citando psicólogos como Piaget, White e Csikszentmihalyi (p.4), Malone faz a distinção entre motivação intrínseca e extrínseca. Esta é a diferença entre uma pessoa motivada por forças exteriores (comida, dinheiro), e uma pessoa motivada por ela própria.

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2.12.10

Bateria

Carregar o bombo cinco andares para o carro mal estacionado, voltar a subir tudo para trazer três tímbolos empilhados. Depois só faltam os tripés, os pratos e a tarola para arrumar tudo no carro e ir até à baixa, pelo meio da cidade cheia de condutores apressados - as buzinas constantes, trânsito parado - para deixar o carro, outra vez mal estacionado, à frente do lugar onde vamos tocar.

Os músculos já estão cansados - feitos de borracha - quando finalmente conseguimos descarregar tudo e fazer uma pausa no trabalho. Não dá para ficar muito tempo parado, somos os primeiros a tocar e, pela logística, a única banda que faz teste ao som de palco. É só tocar um tema ou dois, mas antes disso são vinte minutos a montar os tripés de maneira a não tocar nas madeiras dos tímbolos, afinar a tarola para não fazer demasiada ressonância, e aparafusar, com força, o pedal para não deslizar durante o concerto.

Um jantar oferecido pela organização? Nem pensar. Acabamos de fazer o sound check e temos meia hora para comer. Ainda estou a digerir a comida, a equipa de produção já está a olhar para o relógio, a dizer que as outras bandas também precisam de tempo para tocar e que o espectáculo acaba à uma da manhã.

O concerto corre bem, mas não tenho a certeza, o som de palco é inferior ao som para o público. Como são vinte minutos que temos para tocar, acaba quase antes de ter começado - não consigo lembrar os pormenores. Não há tempo para descansar, tenho de desmontar tudo para a próxima banda. Quero ir para casa, mas a boleia é só no final da noite. Só vejo o nosso desempenho mais tarde, assim:

Apesar de tudo, não fomos pagos, a indústria musical não ajuda as bandas de pouco renome. No próximo ensaio da banda, falta-me um tripé. Deve ter ficado no concerto.

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29.12.09

Morelli & Kopowlski - Tro and Fro

This track was made in two days by myself and Kopowlski.

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7.12.09

Blackrock - Yeah Yeah (Morelli Remix)

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30.10.09

Morelli - Sweat

Here's a song I made a few weeks ago. I was influenced by urban Kuduro and Dubstep. I'm very grateful for your feedback!
Sweat by Morelli

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